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Realidade virtual pode ajudar as crianças com o medo de agulha

Os ex-produtores da Disney ajudaram a criar as animações para o dispositivo Smileyscope, que transforma estímulos negativos em estímulos virtuais e amigáveis.


Os pacientes do The Nicklaus Children’s Hospital, hospital pediátrico localizado em Miami (EUA), que possuem medo de agulha agora poderão ser ajudados por um headset de realidade virtual. Trata-se do dispositivo de realidade virtual da Smileyscope Holding, um dos primeiros lançamentos para uso médico infantil nos EUA.


O mercado de realidade virtual tem, cada vez mais, sido implementado na área da saúde e está crescendo consideravelmente no tratamento para fobias.


A fobia de agulha, conhecida como tripanofobia, é uma condição reconhecida que afeta dois terços das crianças. O dispositivo Smileyscope, porém, uma vez colocado na cabeça do paciente, dá à criança uma visão virtual que remove as associações negativas de agulhas durante procedimentos como vacinas e coleta de sangue.


A Smileyscope, sediada na Austrália, fez parceria com mais de 40 hospitais dos EUA para implementar sua tecnologia de realidade virtual. A CEO Evelyn Chan disse ao website Medical Device Network que a empresa trabalhou com ex-produtores da Disney para criar a animação mais popular do dispositivo.


Chan disse: “Fizemos parceria com ex-produtores da Disney para criar nossas animações terapêuticas, onde as ondas lavam os braços virtuais durante a limpeza antisséptica e os peixes mordiscam quando os médicos inserem a agulha. Patenteamos essa tecnologia e a chamamos de ‘Procedural Choreography´, na qual substituímos estímulos negativos do mundo real por estímulos virtuais preenchidos com imagens positivas e amigáveis.” Chan acrescentou que a empresa também está explorando o crescimento em outras áreas da saúde, como a saúde reprodutiva.


Chan comentou: “Nosso objetivo é continuar a oferecer soluções para necessidades não atendidas na área da saúde, onde a tecnologia de RV específica para médicos pode oferecer uma experiência melhor para pacientes, cuidadores e médicos”.



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